Esse negócio de livro é para empreendedores digitais

Eduardo Melo (Simplíssimo) Ebooks, Mercado Deixe um comentário

O negócio do livro era simples e caro. Para ganhar dinheiro com livro (ou, no mais das vezes, para perder dinheiro com livro) era preciso antes ter dinheiro — para imprimir, estocar e distribuir ideias na forma de papel. À parte o talento e a obstinação (que nunca terão substitutos eletrônicos), o negócio editorial era um negócio manufatureiro básico, de produzir e distribuir mercadorias.

[nota do editor: durante o próximo Congresso do Livro Digital da CBL, há uma sessão específica sobre empreendedorismo para livros digitais]

Entra o digital. Ideias passam a valer muito mais que ativos fixos. Na área dos livros — onde a ideia é o principal insumo — o que era caro ficou barato. Mas o que era simples, ficou complexo. Publicar na era digital é um negócio a se inventar.

A “nova economia” disparou a corrida para achar o novo Zuckerberg e seus bilhões e, a despeito de um ocasional estouro de bolha, empresas, universidades e instituições e governos se esmeraram em criar as condições. Incubadoras, aceleradoras como a 21212, instituições como o Sebrae, programas federais como o Startup Brasil e ainda esforços coletivos, como o que transformou o decadente bairro portuário do Recife em pólo de inovação e tecnologia atestam que nunca houve tão boas condições, e nunca foi tão sexy, ser empreendedor.

Para publicar seu livro em ebook ou impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Nossos números são difíceis de bater: desde 2010, a Simplíssimo comercializou mais de 1 milhão de exemplares e publicou mais de 1.000 ebooks e livros impressos. Veja como funciona a publicação para seu livro, aqui.

 

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