Coisas que a Amazon não quer que você saiba

04/07/2012
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por Daniel Pavani
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Sim, a Amazon ajudou muito no cenário atual dos eBooks, com o Kindle, Kindle Store e as vendas online. Mas ela não é um mar de rosas e tem coisas que prefere não revelar aos seus consumidores – ou pelo menos, não divulgar aos quatro ventos.

O SmartMoney.com fez um levantamento de práticas bastante empresariais, que desmitificam um pouco a Amazon. Estas práticas referem-se tanto à venda de produtos, quanto à de eBooks e à forma como a empresa lida com questões administrativas, como o gerenciamento de funcionários e privacidade dos dados dos usuários.

“Kindle Fire? Você ficará mais feliz com um iPad”: o tablet Android da Amazon apresenta um baixo número de consumidores satisfeitos com a compra (54%), comparado ao iPad da Apple, que ultrapassa 74% de satisfação. A comparação, oriunda de uma recente pesquisa da ChangeWave, mostra que o Kindle Fire pode não ser uma escolha tão boa. Argumentos como o menor preço (US$ 199 do Fire contra US$ 499 do iPad mais simples), ou a possibilidade de rodar vídeos em Flash também não parecem ser tão eficazes nas vendas. Em outras palavras, com a possibilidade de usar as compras da Kindle Store também no iPad ou em outros tablets mais completos, os consumidores parecem ter pouca coisa pesando para o lado da Amazon.

Outro ponto bastante criticado por Fottrell é a política de preços e vendas da Amazon. Em poucas palavras, segundo ele, “Você gastará muito em eBooks”, “Frete grátis te ajuda a gastar mais” e “Não temos sempre os melhores preços” são coisas que a Amazon deveria dizer a seus clientes.

Apesar o Kindle e do Kindle Fire serem bastante baratos, especialistas afirmam que a Amazon recupera este dinheiro rapidamente com a venda de eBooks em sua loja. O “frete grátis”, por sua vez, é visto por especialistas de e-commerce como um grande incentivo a compras por impulso, para fazer valer a economia obtida com a entrega.

Por fim, a Amazon não tem sempre os melhores preços, como muitos de seus leais clientes podem acreditar. Pesquisas mostram que grandes varejistas, como a Best Buy, possuem muitas vezes preços melhores que os da gigante online, compensando inclusive sair de casa para comprar o produto.

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

04/07/2012
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por Daniel Pavani
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Sim, a Amazon ajudou muito no cenário atual dos eBooks, com o Kindle, Kindle Store e as vendas online. Mas ela não é um mar de rosas e tem coisas que prefere não revelar aos seus consumidores – ou pelo menos, não divulgar aos quatro ventos.

O SmartMoney.com fez um levantamento de práticas bastante empresariais, que desmitificam um pouco a Amazon. Estas práticas referem-se tanto à venda de produtos, quanto à de eBooks e à forma como a empresa lida com questões administrativas, como o gerenciamento de funcionários e privacidade dos dados dos usuários.

“Kindle Fire? Você ficará mais feliz com um iPad”: o tablet Android da Amazon apresenta um baixo número de consumidores satisfeitos com a compra (54%), comparado ao iPad da Apple, que ultrapassa 74% de satisfação. A comparação, oriunda de uma recente pesquisa da ChangeWave, mostra que o Kindle Fire pode não ser uma escolha tão boa. Argumentos como o menor preço (US$ 199 do Fire contra US$ 499 do iPad mais simples), ou a possibilidade de rodar vídeos em Flash também não parecem ser tão eficazes nas vendas. Em outras palavras, com a possibilidade de usar as compras da Kindle Store também no iPad ou em outros tablets mais completos, os consumidores parecem ter pouca coisa pesando para o lado da Amazon.

Outro ponto bastante criticado por Fottrell é a política de preços e vendas da Amazon. Em poucas palavras, segundo ele, “Você gastará muito em eBooks”, “Frete grátis te ajuda a gastar mais” e “Não temos sempre os melhores preços” são coisas que a Amazon deveria dizer a seus clientes.

Apesar o Kindle e do Kindle Fire serem bastante baratos, especialistas afirmam que a Amazon recupera este dinheiro rapidamente com a venda de eBooks em sua loja. O “frete grátis”, por sua vez, é visto por especialistas de e-commerce como um grande incentivo a compras por impulso, para fazer valer a economia obtida com a entrega.

Por fim, a Amazon não tem sempre os melhores preços, como muitos de seus leais clientes podem acreditar. Pesquisas mostram que grandes varejistas, como a Best Buy, possuem muitas vezes preços melhores que os da gigante online, compensando inclusive sair de casa para comprar o produto.

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

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