Digitalização de livros pessoais é tendência na Ásia

10/07/2012
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por Elis Nunes
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A digitalização de livros pessoais sempre assombrou as editoras, ainda mais agora que isso se tornou uma prática bastante comum, principalmente na Ásia. Na Rússia, por exemplo, a Bookmate incentiva os leitores a scanear seus livros e armazena-los no site para que possam ser lidos em qualquer lugar. Enquanto no Japão, há um serviço que digitaliza rapidamente um livro inteiro. Ou seja, não é mais necessário esperar a editora transformar seu catálogo em ebook.

O Goolge Book Search e sites similares como o DIYbookscanner.org também são bons aliados do leitor e uma ameaça as editoras, já que ainda não há uma lei concreta sobre digitalizar seus próprios livros. A lógica por trás desses sites é que você tem o direito de fazer com seus livros o que quiser.

No entanto, as editoras temem que os serviços oferecidos nos países asiáticos e essas práticas existentes na web se espelhem mundo à fora, mas é como Edward Nawotka, da Publishing Perspectives diz: “Eu acredito que é necessário um fanático para se dar todo o trabalho de scanear e fazer o upload. Porém, isso vale à pena? Vale à pena também pagar para que alguém faça isso?”.

Veja a matéria completa em Publishing Perspectives.

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

10/07/2012
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por Elis Nunes
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A digitalização de livros pessoais sempre assombrou as editoras, ainda mais agora que isso se tornou uma prática bastante comum, principalmente na Ásia. Na Rússia, por exemplo, a Bookmate incentiva os leitores a scanear seus livros e armazena-los no site para que possam ser lidos em qualquer lugar. Enquanto no Japão, há um serviço que digitaliza rapidamente um livro inteiro. Ou seja, não é mais necessário esperar a editora transformar seu catálogo em ebook.

O Goolge Book Search e sites similares como o DIYbookscanner.org também são bons aliados do leitor e uma ameaça as editoras, já que ainda não há uma lei concreta sobre digitalizar seus próprios livros. A lógica por trás desses sites é que você tem o direito de fazer com seus livros o que quiser.

No entanto, as editoras temem que os serviços oferecidos nos países asiáticos e essas práticas existentes na web se espelhem mundo à fora, mas é como Edward Nawotka, da Publishing Perspectives diz: “Eu acredito que é necessário um fanático para se dar todo o trabalho de scanear e fazer o upload. Porém, isso vale à pena? Vale à pena também pagar para que alguém faça isso?”.

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