Amazon quer endereço “.book” só para ela

11/03/2013
 / 
por Redação
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A Amazon encaminhou ao ICANN (a entidade internacional que controla os endereços e domínios de internet), um pedido de aquisição sobre o sufixo .book. Traduzindo para o português: é como se a Amazon quisesse ter, só para ela, algo como o “.com.br”.

Há alguns meses, o ICANN abriu as portas para que empresas registrassem e controlassem sufixos personalizados – o pedido de registro de um deles custa 185 mil dólares.  Outros domínios, como “.movie” e “.music” também estão sendo disputados por companhias como Apple e Microsoft.

No caso do “.books”,  a Amazon encontrou a oposição da Associação de Editores Americanos (AAP), que entrou com um pedido para fechar o sufixo “.book” e impedir que seja utilizado de forma exclusiva pela Amazon. Para a AAP, o domínio em questão seria de interesse público, e não seria justo que apenas uma empresa detivesse os seus direitos de uso. Se o pedido da Amazon fosse aprovado, qualquer domínio “.book” será de uso único e exclusivo da empresa. Em release, Allan Adler, conselheiro e vice-presidente da AAP declarou que:

Originalmente, a introdução do novo gTLD [nome técnico dos domínios tipo “.books”] foi promovida como uma forma de aumentar a competitividade, dar mais opções para o consumidor, dar suporte à liberdade na internet, expandir a diferenciação de mercado e diversificar os provedores de serviços. Como passar a propriedade sobre uma cadeia de domínios para uma companhia privada […] pode suportar esta missão?

Com informaçẽos do DBW

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11/03/2013
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por Redação
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A Amazon encaminhou ao ICANN (a entidade internacional que controla os endereços e domínios de internet), um pedido de aquisição sobre o sufixo .book. Traduzindo para o português: é como se a Amazon quisesse ter, só para ela, algo como o “.com.br”.

Há alguns meses, o ICANN abriu as portas para que empresas registrassem e controlassem sufixos personalizados – o pedido de registro de um deles custa 185 mil dólares.  Outros domínios, como “.movie” e “.music” também estão sendo disputados por companhias como Apple e Microsoft.

No caso do “.books”,  a Amazon encontrou a oposição da Associação de Editores Americanos (AAP), que entrou com um pedido para fechar o sufixo “.book” e impedir que seja utilizado de forma exclusiva pela Amazon. Para a AAP, o domínio em questão seria de interesse público, e não seria justo que apenas uma empresa detivesse os seus direitos de uso. Se o pedido da Amazon fosse aprovado, qualquer domínio “.book” será de uso único e exclusivo da empresa. Em release, Allan Adler, conselheiro e vice-presidente da AAP declarou que:

Originalmente, a introdução do novo gTLD [nome técnico dos domínios tipo “.books”] foi promovida como uma forma de aumentar a competitividade, dar mais opções para o consumidor, dar suporte à liberdade na internet, expandir a diferenciação de mercado e diversificar os provedores de serviços. Como passar a propriedade sobre uma cadeia de domínios para uma companhia privada […] pode suportar esta missão?

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  1. O mundo digital é um tanto complicado. Isso equivale a alguma cervejaria tentar o domínio de “.cerveja”, ou “.beer”. Para mim, isso não é o essencial. Pode ser bonito, mas em nada acrescentará em vendas, especialmente para “.book”, que lida com pessoas inteligentes e muito críticas quanto ao conteúdo e não quanto à aparência. Se o “site” for bom, ficamos com ele; se for ruim, será apenas mais um. Essa onda não colou nem mesmo com o Yahoo, quando tentou o domínio “.ymail”, lembram? Fez alguma diferença? Não para mim e nem sou cliente assíduo do Yahoo. Dizem que o próprio nome “Amazon” foi escolhido porque iniciava com a letra “a”, que aparecia em primeiro nas listas em ordem alfabética. Adiantou alguma coisa? Claro que não. Basta agora saber se alguma denominação religiosa vai querer o domínio “.god”.

  2. Kjkkk acho engraçado o jeito como vocês sempre tentam mostrar a amazon como vilã. Vocês deveriam ser mais imparciais em suas matérias (ou então tendenciosos de forma menos descarada rsrs).

  3. Ed Eu não diria que a Amazon é uma vilã, mas que seus métodos são um tanto quanto inadequados, isso sim é verdade.
    Basta conferir o número de pessoas que possuem contas bloqueadas sem motivo aparente, vendas não pagas aos self-publishers, livros obrigados a receber somente 30% de comissão e outras cositas mas.

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