eBooks: Tirando o InDesign do Workflow – artigo

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Revolução E-book

Muito fala-se da insersção do eBook no workflow da editora. eBooks devem ser criados após o fechamento do arquivo para a gráfica, ou antes? Deve ser acompanhado junto com o livro impresso? E mudanças posteriores, como corrigir tudo?

Ainda não há tecnologia boa o suficiente, mas aplicativos com o InCopy, que funcionam junto ao InDesign, podem ajudar nisso. Indo mais a fundo, trabalhar com a marcação XML é a melhor opção, mas é uma mudança que afetará profundamente a equipe de uma editora.

O que parece, no final das contas, é que o InDesign é uma ferramenta imprescindível para produzir ePubs, correto? Não, na verdade não.

Existem outras ferramentas para produzir eBooks que podem ser tão boas ou até melhores do que o InDesign. Os que conhecem o Dreamweaver sabem que ele é um software para construir websites, mas que o faz com ressalvas. Mesmo com tantas funções, no final o programa suja o código do site, e não consegue fazer coisas que só mexendo diretamente no código poderiam ser feitas. O mesmo vale para o InDesign. Ele exporta muitas coisas importantes, como os estilos, mas se você tiver um livro começado do zero, sem ter sido diagramado nesse programa, existem melhores alternativas.

O Sigil é um editor de texto de código aberto e gratuito. Ele funciona como um editor de código, mas é voltado especialmente para eBooks. Com ele você pode produzir arquivos em ePub totalmente formatados e prontos para venda e distribuição.

O BrOffice segue o mesmo caminho. Apesar de ser um editor de texto como o Word ou o Pages, ele também pode ser útil na proddução de um ePub. Através dele você pode estilizar seu texto, exportá-lo para HTML e acertar as arestas no Sigil. O mesmo vale para o Word e para o Pages, incluindo que este último já exporta diretamente para ePub.

Existem ainda outros aplicativos pagos que permitem a edição do ePub sem ser necessário passar o manuscrito pelo InDesign, como o Oxygen e o Jutoh. Essas são boas opções para autores que querem editar e produzir seus próprios livros, ou até pequenas editoras que não possuem em seu orçamento espaço o suficiente para o valor do programa da Adobe. São ideias que servem até mesmo para grandes editoras que querem experimentar uma mudança no workflow ou que querem poupar tempo fazendo o trabalho direto no código.

eBooks: Tirando o InDesign do Workflow

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