Editoras Investirão Mais em Dados de Consumidores em 2012

08/03/2012
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por da Redação
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Uma pesquisa do Digital Book World organizada pela Forrester Research mostrou que em 2012 as editoras irão gastar mais adquirindo dados de consumidores para investir em marketing direcionado.

O impulso do mercado digital e a diminuição do espaço de prateleiras físicas nos Estados Unidos está levando editoras a procurar novos caminhos. E por isso a pesquisa indicou que dois terços dos 74% de todas as editoras do país devem investir em informações sobre seus consumidores. Apenas 1% informou que irá diminuir esse tipo de investimento.

“Os editores podem ver no futuro digital uma ponte que pode potencialmente ser construída entre editora e cliente”, disse James L. McQuivey, Ph.D., vice-presidente e analista principal da Forrester, que conduziu a pesquisa. “Saber quem são os leitores, o que eles gostam e o que eles querem a seguir exige a construção de uma base de informações demográficas.”

“Como os canais que os editores sempre usaram para atingir os consumidores estão atrofiando, eles têm que compensar e serem capazes de atingir os consumidores de outras maneiras”, disse Mike Shatzkin, perito da indústria. “E o conhecimento direto do consumidor é uma das ferramentas que eles precisam colocar na caixa de ferramentas.”

Na mesma pesquisa, mais dois números interessantes: quase metade das editoras não sabe nada sobre os hábitos na rede de seus clientes, e 71% espera construir uma base de clientes com os quais possa se relacionar mais diretamente. Além disso, 42% dia desconhecer os hábitos de leitura de seus consumidores.

Um outro artigo no O’Reilly Radar mostra mais a respeito do uso prático de dados pelas editoras. Roger Magoulas, diretor de pesquisa de mercado da O’Reilly Media afirma que os dados, sozinhos, não dizem nada. É preciso uma narrativa para compreendê-los e usá-los da melhor forma. “Por um lado, você gerencia dados – você tem que adquiri-los, você pode ter que limpá-los, você tem de organizá-los. Por outro lado, você está tentando fazer com que ele tenha sentido. Estamos tentando coletar insights.” disse.

Também é necessário que todos na editora entendam um pouco de dados, para que possam saber o que fazer com isso, dar ideias baseados no resultados dos números. “Você quer ser ágil, e se você separá-lo para um grupo de dados, um grupo de análise, e um grupo de design, todo mundo vai estar esperando por alguém. A integração é muito importante.” completa.

Confira o vídeo com a palestra de Magoulas:

httpv://www.youtube.com/watch?&v=L2pTuhZ1KMs

Espero realmente que o estudo traga resultados verdadeiros. Google e Facebook estão entre as empresas mais valiosas do mundo por causa da base de dados sobre pessoas que eles possuem. Com dados tão valiosos é possível oferecer produtos específicos para pessoas específicas, com quase 100% de acerto. Dados e informação estarão entre os itens mais valiosos nos próximos anos.

E aqui no Brasil? As editoras já investem em dados sobre consumidores?

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

08/03/2012
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por da Redação
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Uma pesquisa do Digital Book World organizada pela Forrester Research mostrou que em 2012 as editoras irão gastar mais adquirindo dados de consumidores para investir em marketing direcionado.

O impulso do mercado digital e a diminuição do espaço de prateleiras físicas nos Estados Unidos está levando editoras a procurar novos caminhos. E por isso a pesquisa indicou que dois terços dos 74% de todas as editoras do país devem investir em informações sobre seus consumidores. Apenas 1% informou que irá diminuir esse tipo de investimento.

“Os editores podem ver no futuro digital uma ponte que pode potencialmente ser construída entre editora e cliente”, disse James L. McQuivey, Ph.D., vice-presidente e analista principal da Forrester, que conduziu a pesquisa. “Saber quem são os leitores, o que eles gostam e o que eles querem a seguir exige a construção de uma base de informações demográficas.”

“Como os canais que os editores sempre usaram para atingir os consumidores estão atrofiando, eles têm que compensar e serem capazes de atingir os consumidores de outras maneiras”, disse Mike Shatzkin, perito da indústria. “E o conhecimento direto do consumidor é uma das ferramentas que eles precisam colocar na caixa de ferramentas.”

Na mesma pesquisa, mais dois números interessantes: quase metade das editoras não sabe nada sobre os hábitos na rede de seus clientes, e 71% espera construir uma base de clientes com os quais possa se relacionar mais diretamente. Além disso, 42% dia desconhecer os hábitos de leitura de seus consumidores.

Um outro artigo no O’Reilly Radar mostra mais a respeito do uso prático de dados pelas editoras. Roger Magoulas, diretor de pesquisa de mercado da O’Reilly Media afirma que os dados, sozinhos, não dizem nada. É preciso uma narrativa para compreendê-los e usá-los da melhor forma. “Por um lado, você gerencia dados – você tem que adquiri-los, você pode ter que limpá-los, você tem de organizá-los. Por outro lado, você está tentando fazer com que ele tenha sentido. Estamos tentando coletar insights.” disse.

Também é necessário que todos na editora entendam um pouco de dados, para que possam saber o que fazer com isso, dar ideias baseados no resultados dos números. “Você quer ser ágil, e se você separá-lo para um grupo de dados, um grupo de análise, e um grupo de design, todo mundo vai estar esperando por alguém. A integração é muito importante.” completa.

Confira o vídeo com a palestra de Magoulas:

httpv://www.youtube.com/watch?&v=L2pTuhZ1KMs

Espero realmente que o estudo traga resultados verdadeiros. Google e Facebook estão entre as empresas mais valiosas do mundo por causa da base de dados sobre pessoas que eles possuem. Com dados tão valiosos é possível oferecer produtos específicos para pessoas específicas, com quase 100% de acerto. Dados e informação estarão entre os itens mais valiosos nos próximos anos.

E aqui no Brasil? As editoras já investem em dados sobre consumidores?

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