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Estados Unidos de Olho Nas Ações Antitruste da Apple e Big Five

da Redação Ebooks, Notícias Deixe um comentário

Quem achou que o assunto estava morto, aqui está ele de volta. No ano passado, noticiamos que a União Europeia estava investigando a Apple e cinco das editoras do grupo conhecido como Big Six devido a cartel de preços para competir com a Amazon e encarecer o preço dos eBooks. Agora, quem está no encalço dessas empresas é o Departamento de Justiça (DOJ) dos Estados Unidos.

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Entenda tudo sobre o preço de agência nessa matéria especial.

De acordo com artigo no The New York Times, o DOJ avisou a Apple, Simon & Schuster, Hachette Book Group, Penguin Group, Macmillan e a HarperCollins que eles podem ser processados caso fique provado que há uma ação antitruste orquestrada pelo grupo. As informações são se uma fonte sigilosa, e por isso não há provas de que seja verdade. Todos os envolvidos no caso se recusaram a dar declarações oficiais.

“Em uma entrevista de 2010, Steve Jobs pode ter acidentalmente escorregado quando questionado pela mídia por que um consumidor pagaria quase US$15 para ler um best-seller na iStore quando o mesmo e-título poderia ser comprado através da Amazon por US$9,99. O magnata do computador respondeu simplesmente que os preços seriam os mesmos para ambos os varejistas a partir de agora, aludindo a uma mudança na estrutura de preços da Amazon da qual Jobs provavelmente não poderia legitimamente falar a menos que ele fosse de algum modo parte de tudo, lembra Mercy Pilkington do Good E-Reader.

Os editores negam agir em conjunto para aumentar os preços. Disseram aos investigadores que a mudança para o preço de agência aumentou a competição, permitindo que mais livreiros eletrônicos prosperem. William Lynch, presidente-executivo da Barnes & Noble, deu um depoimento ao Departamento de Justiça no qual declarou que abandonar o modelo de precificação de agência poderia efetivamente resultar em um único jogador ganhando o mercado ainda mais do que tem hoje (no caso, a Amazon), segundo pessoas próximas ao caso. Nenhum porta-voz da Barnes & Noble quis comentar.

Segundo o site eBookNewser, a Apple já se defendeu oficialmente no caso. O texto inclui o trecho:

“… Se a Amazon era uma ‘ameaça’ que precisava ser reprimida por meio de uma conspiração ilegal, por que a Apple ofereceria o aplicativo da Amazon Kindle no iPad? Por que a Apple concluiria que conspirar para forçar a Amazon a não perder mais dinheiro com eBooks os deixaria aleijados na competição? E por que a Apple perceberia a necessidade de uma solução ilegal à “ameaça Kindle” quando tinha uma óbvia e legal solução que implementou – ou seja, a introdução de um dispositivo multiuso (o iPad), cuja comercialização e sucesso de vendas não foi centrada em vendas do eBook?”

Para mim, não colou.

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