Kindle não

04/02/2013
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por Eduardo Melo
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Segundo a coluna Radar Online, da Veja, a Apple segue firme e forte na preferência de quem compra livros digitais – à frente da Amazon, que já seria a segunda maior vendedora de ebooks. Porém, a Amazon não tem gás para um sprint – aquela disparada que o corredor dá numa corrida, para ultrapassar o outro. Os motivos?

“São quatro milhões de iPads no Brasil aptos a comprar os e-books vendidos pela Apple contra cerca de 45 000 kindles que podem baixar livros pela Amazon.

A empresa de Jeff Bezos tem contra si uma espécie de barreira levantada pelos grandes varejistas para vender o Kindle. Até agora, somente uma livraria paulistana e o Ponto Frio toparam vendê-lo – e mesmo assim, somente pela internet. Os outros resistem.”

Por esse tipo de dificuldade, ninguém imaginava. Pelo visto, nem a própria Amazon. Por isso, os quiosques do Kindle em shoppings de São Paulo e Rio de Janeiro. É a primeira vez que a empresa recorre a este tipo de estratégia, no mundo inteiro.

Quem diria, o jeitinho brasileiro aplicado aos negócios da Amazon…

Fonte: Radar On-line

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

04/02/2013
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por Eduardo Melo
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Segundo a coluna Radar Online, da Veja, a Apple segue firme e forte na preferência de quem compra livros digitais – à frente da Amazon, que já seria a segunda maior vendedora de ebooks. Porém, a Amazon não tem gás para um sprint – aquela disparada que o corredor dá numa corrida, para ultrapassar o outro. Os motivos?

“São quatro milhões de iPads no Brasil aptos a comprar os e-books vendidos pela Apple contra cerca de 45 000 kindles que podem baixar livros pela Amazon.

A empresa de Jeff Bezos tem contra si uma espécie de barreira levantada pelos grandes varejistas para vender o Kindle. Até agora, somente uma livraria paulistana e o Ponto Frio toparam vendê-lo – e mesmo assim, somente pela internet. Os outros resistem.”

Por esse tipo de dificuldade, ninguém imaginava. Pelo visto, nem a própria Amazon. Por isso, os quiosques do Kindle em shoppings de São Paulo e Rio de Janeiro. É a primeira vez que a empresa recorre a este tipo de estratégia, no mundo inteiro.

Quem diria, o jeitinho brasileiro aplicado aos negócios da Amazon…

Fonte: Radar On-line

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

  1. Acho que faz sentido as livrarias segurarem as vendas do Kindle. A posição de Livraria da Vila que me parece estranha. É como vender munição para o inimigo.

    1. Um e-reader é um dispositivo portátil, para ler-se em qualquer lugar. Imagina eu ter de ler com meu ipad 2 no ônibus, de pé? Não dá né? E outra coisa, seria impossível ler onde tivesse sol, além de cansar os olhos.

  2. Quem sabe eles não se animam a baixar do preço do Kindle. Eu já tenho um, mas se lançassem o Paperwhite por aqui num preço baixo eu compraria sem pensar duas vezes.

  3. Eu também Acho cedo para estas comparações. O mercado brasileiro de e-books é um “feto” e ainda não podemos concluir nada.
    Publiquei um e-book através do http://www.xinxii.com/pt e eles são bem flexíveis, pois distribuem meu e-book, além de na loja própria deles, pra Amazon, Kobo e iBookstore, ou seja: ponto pra Apple mais uma vez!

  4. Eu tive um nook, comprado nos EUA, mas ele quebrou. Fui procurar o Kindle no Brasil e descobri que eles só tem o modelo antigo para vender (eu queria o Paperwhite). Por que nós ficamos como local desova do produto antigo? Para mim, eles não vão vender. Acho que vou comprar o Kobo Glo, na cultura, que usa a mesma tecnologia do paperwhite).

  5. A nota é tão equivocada que dá pena de quem escreveu. Nela é considerado que apenas quem possui um ereader Kindle pode comprar na Amazon, mas os donos de iPad também podem instalar o app Kindle em seus tablets e comprar os livros na Amazon sem problema. Além disso, se levarmos em consideração todos os dispositivos android capazes de rodar o app Kindle para android, esse número vira em favor da Amazon em um estalar de dedos.

    1. Bem lembrado, Afrânio.

      No caso dos aparelhos da Apple, o aplicativo Kindle não pode efetuar a compra direta dos eBooks. É preciso abrir o navegador para fazer isso, porque, de outra forma, a Amazon teria que pagar 30% de comissão para a Apple. É uma barreira considerável, que acaba prevenindo o uso do Kindle no iPad por muitos usuários. Sem falar naqueles que nem sabem que existe o Kindle para iPad e outras plataformas.

      1. Mas acho que a amazon vai achar um jeito de todo mundo descobrir isso logo logo. O site deles já da grande destaque para os aplicativos ios e android. E vender conteúdo para esta base imensa não é nada mal.
        Tenho um ipad e a loja da amazon.br me atende melhor que a iBooks.

  6. Penso que a Amazon tem espaço para alavancar as vendas do kindle no Brasil, avançando sobe o mercado de e-books. Para tanto, deve ampliar os acordos com as editoras brasileiras, aumentando a base de e-books no formato kindle em português (especialmente livros acadêmicos) e oferecer ao público brasileiro as versões mais modernas do e-reader. O kindle, como leitor de livros, é infinitamente superior ao IPad. A leitura por longo período de tempo no IPad é cansativa, dada a luminosidade da tela. Isso sem falar na diferença de preços entre um e outro.

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