Leitores que Possuem eReaders Leem e Compram Mais

11/09/2011
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por da Redação
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Eu acompanho o ótimo site Visual Loop, que publica diversos infográficos, uma tendência atual em design e publicação. Recentemente ele publicou o que vemos abaixo, “Battle of the bookworms”, um comparativo entre leitores de livros tradicionais e de eBooks em eReaders.

Mostrado de forma visual, fica mais simples e mais didático de entender. Duas prateleiras mostram duas informações importantes para o mercado editorial: Quem lê mais, o leitor tradicional ou o de eBooks? Quem compra mais livros, o leitor tradicional ou o de eBooks?

E, apesar de todas as críticas e obstáculos enfrentados, notamos no gráfico que, quando entramos no maior volume de compras e leitura, só dá o leitor de eBooks. Compras de impulso como o “One click to buy” da Amazon e outras livrarias online levam a um número maior de compras, chegando quase ao dobro quando falamos da compra entre 6 a 10 volumes por ano. O mesmo vale para mais de 21 volumes.

Proprietários de eReaders leem e compra mais livros

Clique na imagem para ampliar

Na leitura, os ebooks passam a dominar a partir dos 6 volumes lidos por ano. Isso significa que os consumidores de eBooks não apenas compram títulos para deixar encostados no disco rígido. Eles não só compram mais, como leem mais também. E falamos justamente daqueles que adquirem muitos volumes por ano, um ótimo negócio para as editoras e autores.

Quando falamos do leitor ocasional, os livros tradicionais ainda imperam, mas creio que isso seja apenas uma questão de tempo.

Os dados são da Harris Interactive Poll.

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

11/09/2011
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por da Redação
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Eu acompanho o ótimo site Visual Loop, que publica diversos infográficos, uma tendência atual em design e publicação. Recentemente ele publicou o que vemos abaixo, “Battle of the bookworms”, um comparativo entre leitores de livros tradicionais e de eBooks em eReaders.

Mostrado de forma visual, fica mais simples e mais didático de entender. Duas prateleiras mostram duas informações importantes para o mercado editorial: Quem lê mais, o leitor tradicional ou o de eBooks? Quem compra mais livros, o leitor tradicional ou o de eBooks?

E, apesar de todas as críticas e obstáculos enfrentados, notamos no gráfico que, quando entramos no maior volume de compras e leitura, só dá o leitor de eBooks. Compras de impulso como o “One click to buy” da Amazon e outras livrarias online levam a um número maior de compras, chegando quase ao dobro quando falamos da compra entre 6 a 10 volumes por ano. O mesmo vale para mais de 21 volumes.

Proprietários de eReaders leem e compra mais livros

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Na leitura, os ebooks passam a dominar a partir dos 6 volumes lidos por ano. Isso significa que os consumidores de eBooks não apenas compram títulos para deixar encostados no disco rígido. Eles não só compram mais, como leem mais também. E falamos justamente daqueles que adquirem muitos volumes por ano, um ótimo negócio para as editoras e autores.

Quando falamos do leitor ocasional, os livros tradicionais ainda imperam, mas creio que isso seja apenas uma questão de tempo.

Os dados são da Harris Interactive Poll.

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

  1. A ajuda de carregar muito menos quilos pode ser uma das causas dessa leitura "a mais"…

  2. Pingback: Links e Notícias da Semana #54

  3. Eu “tinha” o hábito de comprar em torno de 12 livros por ano.
    Lia um por mês, mas após comprar meu Kindle em dezembro passado, passei a comprar somente eBooks e estou lendo com muito mais ânimo, conforto, satisfação e em quantidade.

    Estou ávido para comprar muito mais livros digitais, inclusive os mesmos que tenho em papel, mas além de não encontrá-los disponíveis em lugar algum, “ainda”, inclusive na Amazon, Saraiva, Cultura, etc., os que eu encontro considero-os muito caro e altamente fora da realidade.

    Vai mudar, sabemos, mas a “lerdeza” com que isso se arrasta nos bastidores, exigem de nós mais do que a paciência de um Yogui.

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