twitter logo

Papo no Twitter: O Falta Que Para a Popularização dos eBooks?

da Redação Notícias 4 Comments

Perguntamos no Twitter “O que vocês acham que falta para a popularização dos eBooks?”, e esperamos as respostas vindas de todos os cantos do planeta. Vamos ver o que falaram:

@mezgravis: Uma delas: romper o estigma da pirataria. É preciso um esforço para quebrar essa realidade. Pois o e-commerce brasileiro é bem estruturado e pode dar suporte às editoras. Digo isso pois as gigantes editoriais (Reuters Thomson) e de e-commerce (Amazon) já estão no país e prontas para atuarem forte. Seria muito importante as iniciativas brasileiras (Simplíssimo, Gato Sabido e Livraria Cultura, por exemplo) se consolidarem antes. Pois iniciativas brasileiras são o “laboratório” para o modelo brasileiro de comercialização de eBook. Ótimo para pequenas editoras.

@martinhamr: eReaders mais baratos e mais eBooks no mercado com preços justos.

@RobsonBarros: Popularizar a leitura.

Cada um disse uma coisa, mas deu para perceber que é uma ação conjunta e cíclica. Resolvendo uma coisa, as outras acabam se resolvendo junto. Para popularizar a leitura, temos de ter eReader e eBooks com preços menores e mais justos. E isso se dará quando o estigma da pirataria for rompido, e quando tivermos uma estrutura pronta para entrar de cabeça no mercado.

A participação de todos foi muito interessante, e espero que possamos dar continuidade a esse debate aberto no Twitter. Se desejar participar dos debates posteriores, siga o twitter do Revolução (@revebook) e fique atento às próximas perguntas.

Para publicar seu livro em ebook ou impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Nossos números são difíceis de bater: desde 2010, a Simplíssimo comercializou mais de 1 milhão de exemplares e publicou mais de 1.000 ebooks e livros impressos. Veja como funciona a publicação para seu livro, aqui.

 

SimplíssimoPapo no Twitter: O Falta Que Para a Popularização dos eBooks?

Comments 4

  1. Falta, na minha opinião, três coisas: 1) Preços dos leitores digitais e e-books serem mais coerentes com a ‘nossa realidade’; 2) Desembaraço e competência político-empresarial, para assumir essa “Onda” que não vai passar, mas encher os mares do dia-a-dia dos seres humanos; 3) Leis claras e precisas de proteção e uso, de todos os produtos que envolvem o antes, o durante e o depois do que foi criado, desenvolvido, pago e está sendo utilizado.

  2. Pra mim, antes de tudo, é necessário que as editoras brasileiras percam o medo do formato digital. Pelo que tenho visto, há um pavor de que o modelo digital estimule a pirataria (já ouvi de um dono de editora que os livros dele NUNCA irão pro formato digital pq ele nao quer ninguém pirateando os livros da editora dele).

    Acho que essa linha de conduta é o culpado pelos altos preços dos ebooks no Brasil, muitas vezes mais caros que a edição em papel. Com o alto preço não há demanda, e sem demanda é um alívio pra eles.

    Outro problema, também reflexo desse medo, é o drm, que faz com que as compras só possam ser consumidas nos apps das lojas (em geral bem ruinzinhos) e não no iBook. Eu nao compraria nada dessa forma.

    Quando as editoras mudarem de mentalidade, teremos a tal popularização. Isso já acontece com o mercado musical, então deverá acontecer com o editorial, mais cedo ou mais tarde. Quanto mais facilidades houver pro consumidor, mais ele será tentado a comprar ao invés de piratear.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *