Pirataria é um Dos Temas da Feira do Livro de Frankfurt

17/10/2011
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por da Redação
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Nunca na maior feira do livro do mundo se falou tanto do livro digital. Ele é assunto de várias conferências, congressos, seminários e palestras que acontecem junto ao grande evento.

Todos os pontos são discutidos, já com certa maturidade, envolvendo preços, distribuição, modelos de negócio, inovações e a assustadora pirataria. Embora ela ainda não seja um problema para um mercado tão pequeno, editoras e empresas ligadas ao livro já tiveram como exemplo a indústria da música, e é totalmente sábio começar a discutir todos os itens necessários para evitar semelhantes acontecimentos.

O mercado do livro eletrônico “ainda é muito pequeno, mas a pirataria na internet já é considerável”, declarou Gottfried Honnefelder, diretor da Federação Alemã de Comércio do Livro, durante a inauguração da Feira do Livro de Frankfurt na quarta-feira, em notícia divulgada pela AFP. Na Alemanha o mercado de eBooks representa apenas 0,7% do mercado, mas Honnefelder afirma que 60% dos livros baixados são pirateados.

O número de 60%, tirado de um estudo realizado pela federação do livro, “parece muito improvável”, disse Thomas Mosch, membro da direção do Bitkom, a Federação das Empresas de Tecnologia Alemãs. “Os leitores de livros eletrônicos são, sobretudo, pessoas educadas, de idade média e com renda mais elevada. Não possuem perfil de pirata”, explicou.

Estimar a perda das editoras com os livros piratas ainda não é possível, já que é um “mercado” totalmente sem controle. Mas é interessante ressaltar que a pirataria não é um problema em todo lugar, como nos Estados Unidos, berço de um dos maiores mercados do livro digital. Lá, os eBooks já representam 20% das compras, e não incomodam que comercializa obras literárias.

A pirataria afeta consideravelmente “os livros acadêmicos, os manuais”, obras mais caras e que são utilizadas por pouco tempo, acrescentou Claire Holloway, da empresa americana de serviços para editores Bookmaster, referindo-se aos estudantes que baixam ilegalmente conteúdos protegidos. “Se você dá às pessoas um caminho de acesso legal aos conteúdos, eles utilizarão. A maioria das pessoas não quer roubar”, afirmou.

Para publicar seu ebook ou livro impresso, nas principais livrarias online, conheça o serviço de publicação da Simplíssimo. Desde 2010 a Simplíssimo já comercializou mais de 1 milhão de exemplares, para mais de 1.500 autores e editoras. Veja como funciona.

 

17/10/2011
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por da Redação
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Nunca na maior feira do livro do mundo se falou tanto do livro digital. Ele é assunto de várias conferências, congressos, seminários e palestras que acontecem junto ao grande evento.

Todos os pontos são discutidos, já com certa maturidade, envolvendo preços, distribuição, modelos de negócio, inovações e a assustadora pirataria. Embora ela ainda não seja um problema para um mercado tão pequeno, editoras e empresas ligadas ao livro já tiveram como exemplo a indústria da música, e é totalmente sábio começar a discutir todos os itens necessários para evitar semelhantes acontecimentos.

O mercado do livro eletrônico “ainda é muito pequeno, mas a pirataria na internet já é considerável”, declarou Gottfried Honnefelder, diretor da Federação Alemã de Comércio do Livro, durante a inauguração da Feira do Livro de Frankfurt na quarta-feira, em notícia divulgada pela AFP. Na Alemanha o mercado de eBooks representa apenas 0,7% do mercado, mas Honnefelder afirma que 60% dos livros baixados são pirateados.

O número de 60%, tirado de um estudo realizado pela federação do livro, “parece muito improvável”, disse Thomas Mosch, membro da direção do Bitkom, a Federação das Empresas de Tecnologia Alemãs. “Os leitores de livros eletrônicos são, sobretudo, pessoas educadas, de idade média e com renda mais elevada. Não possuem perfil de pirata”, explicou.

Estimar a perda das editoras com os livros piratas ainda não é possível, já que é um “mercado” totalmente sem controle. Mas é interessante ressaltar que a pirataria não é um problema em todo lugar, como nos Estados Unidos, berço de um dos maiores mercados do livro digital. Lá, os eBooks já representam 20% das compras, e não incomodam que comercializa obras literárias.

A pirataria afeta consideravelmente “os livros acadêmicos, os manuais”, obras mais caras e que são utilizadas por pouco tempo, acrescentou Claire Holloway, da empresa americana de serviços para editores Bookmaster, referindo-se aos estudantes que baixam ilegalmente conteúdos protegidos. “Se você dá às pessoas um caminho de acesso legal aos conteúdos, eles utilizarão. A maioria das pessoas não quer roubar”, afirmou.

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  1. e enquanto, nenhum sinal do tema e-book na programação da 57a. Feira do Livro de POA.

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