RIP Kindle

Proprietário de Sebo Acha que eReader é o Inimigo

da Redação Ebooks, Notícias 4 Comments

Enquanto tivermos pessoas loucas desse jeito, culpando as coisas erradas pelos acontecimentos, realmente mais estabelecimentos irão fechar as portas. No Hay Festival, tradicional evento literário no Reino Unido, um vendedor de livros usados segura uma cripta com um Kindle Sangrento no meio.

“Kindles não têm lugar neste festival que é supostamente uma celebração da palavra escrita e dos livros. Livreiros definitivamente os querem banidos. Você vê as pessoas andando com Kindles e eles são como robôs em outro mundo. Livros são sociáveis ​​e as pessoas param e conversam entre si sobre eles. Kindles são apenas uma fase e que não vai durar. Eles são nossos inimigos.” A frase é de Derek Addyman, dono de três lojas de livros usados no país.

Realmente a solução é culpar o Kindle? Os índices de leitura aumentam cada vez mais entre os leitores de eBooks, por isso e inverídica a afirmação de que os livros digitais estejam prejudicando a literatura em si.

Louco anda com placa pregando a morte do Kindle

O que acomete o Sr. Addyman é a insegurança. Suas três lojas devem estar experimentando um baque nos últimos meses, graças ao eBook. Desejo de todo o coração que ele não vá à falência, mas posso garantir que em três anos ele não terá mais três lojas. Se ele quiser realmente sobreviver nesse novo mercado, terá que pensar mais com a cabeça do marketing, das oportunidades, e não ficar brandindo placas com a morte do Kindle. Isso, realmente, não vai adiantar de nada.

Com informações do The Bookseller e Daily Mail.

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Sobre o autor

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Comments 4

  1. Morte ao MP3, por que ele está acabando com a música! Morte ao CD, por que ele acabou com o LP! Morte ao computador, por que ele acabou com a máquina de escrever!

    Realmente, tem protestante pra tudo que é gosto, por mais bizarro e sem sentido que possa parecer. Eu nunca tive tanta vontade de ler, e agora até quando estou de pé no ônibus, como agora que tenho um Kindle Touch.

    Moral da história: ou as pessoas mudam, ou mudam de lugar!

  2. Quem não lê , vai continuar sem ler não importando a mídia e quem lê vai sempre ler pouco importando a mídia. O que vocês amantes de gadgets não percebem é que mais uma vez é uma questão de status. No amigo aí de cima por exemplo quer parecer estar "na moda" por isso fica lendo kindle até em pé coisa que ele nunca fez com um livro conforme ele mesmo relatou. È uma questão simbólica de poder econômico e status. As pessoas que pagam fortunas para terem esse dispositivos querem exibi-los pois afinal de conta não vale a pena torrar grana nisso e não mostrar para ninguém né ? É como um tel. celular . Tem gente que gosta de exibir o seu brinquedinho falando alto e com toques multi-polifonicos somente para aparecer e chamar a atenção e sendo homem, quem sabe descolar uma menininha de quebra com o papo do eu sou o tal, veja o meu brinquedinho por exemplo e por aí vaí . O homen não muda continua o mesmo de sempre: vaidade , cobiça, inveja e ignorância . "Já dizia eclesiastes a mil anos atrás, debaixo de solo não há nada novo, não seja bobo meu rapaz…" " Vaidade, ah vaidade , meu pecado preferido" (o Advogado do diabo).

    Se te uma coisa que vcs não sabem é de leitura e de literatura. Tudo muda e tudo passa. Empresas, marcas , dispositivos vem e vão . Hoje eles existem amanhã podem não existir mais. O livro ao contrário está aí e sempre vai estar basta publica-lo. A Amazon, a apple , a Barnes e Nobles hoje existem mas amanhça podem não existir mais. Nosso amigo inglês pode até ficar sem suas lojas nos próximos anos mas e daqui a 10 anos , será que o kindle ou o IPAD estarão por aí ? Duvido muito.

  3. Infelizmente tais reações estapafúrdias sempre aconteceram em vários setores da sociedade, e isso nunca vai mudar.
    O que vem ocorrendo dos anos 50 para cá, onde inumeráveis avanços em todas as áreas da vida humana se tornaram realidade, realmente vem causando e sempre causará incontáveis confrontos desse tipo.
    Adaptações, assimilações, a lógica e os pontos de vistas de cada ser humano estão em ‘xeque’.
    Resistir em não ‘pegar a onda’, não fluir com a coisa e não se adaptar é, segundo percebo, o velho e surrado clichê: “dar murro em ponta de faca”.
    Uma pessoa que interage e que acompanha a trajetória das transformações tecnológicas e midiáticas no/do mundo atual, não pode a pretexto de querer se auto-proteger, ou proteger os próprios interesses, tentar combater ou confrontar-se com algo acima de suas resistências, que são limitadas e isoladas.
    O que pode morrer nesse caso, e servir de exemplo para os que não se adaptarem ao ‘novo modus vivendi’, que hoje alcança os quatro cantos do planeta, é o sentido, a importância e o alcance que as facilidades tecnológicas estão oferecendo a todos sem distinção.
    É compreensível? Sim, é. É ‘normal’ e ‘esperado’? Claro que é! Mas, o que dizermos de tantos outros mundo afora (alô Saraiva-Cultura-Leitura BH, etc), que “ainda” não absorveram ‘de todo’ e não foram capazes de “ver” que, ao contrário do que apregoam e espalham, os eReaders e as Grandes Redes podem salvá-los em vez de enterrá-los?
    “Ponto e vírgula”…rs

  4. Infelizmente tais reações estapafúrdias sempre aconteceram em vários setores da sociedade, e isso nunca vai mudar.
    O que vem ocorrendo dos anos 50 para cá, onde inumeráveis avanços em todas as áreas da vida humana se tornaram realidade, realmente vem causando e sempre causará incontáveis confrontos desse tipo.
    Adaptações, assimilações, a lógica e os pontos de vistas de cada ser humano estão em ‘xeque’.
    Resistir em não ‘pegar a onda’, não fluir com a coisa e não se adaptar é, segundo percebo, o velho e surrado clichê: “dar murro em ponta de faca”.
    Uma pessoa que interage e que acompanha a trajetória das transformações tecnológicas e midiáticas no/do mundo atual, não pode a pretexto de querer se auto-proteger, ou proteger os próprios interesses, tentar combater ou confrontar-se com algo acima de suas resistências, que são limitadas e isoladas.
    O que pode morrer nesse caso, e servir de exemplo para os que não se adaptarem ao ‘novo modus vivendi’, que hoje alcança os quatro cantos do planeta, é o sentido, a importância e o alcance que as facilidades tecnológicas estão oferecendo a todos sem distinção.
    É compreensível? Sim, é. É ‘normal’ e ‘esperado’? Claro que é! Mas, o que dizermos de tantos outros mundo afora (alô Saraiva-Cultura-Leitura BH, etc), que “ainda” não absorveram ‘de todo’ e não foram capazes de “ver” que, ao contrário do que apregoam e espalham, os eReaders e as Grandes Redes podem salvá-los em vez de enterrá-los?
    “Ponto e vírgula”…rs

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