Editor de livros digitais responde: “Quem decide é o leitor”

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(texto por André Palme, diretor da Kappamaki Digital e O Fiel Carteiro, em resposta à coluna de Paulo Tedesco)

Isto não é uma guerra de formatos, é uma batalha pela leitura.

Vivo a leitura digital. Ela não é parte do meu trabalho, ela é meu trabalho.

Como apaixonado por leitura e tecnologia, há 2 anos resolvi assumir esse papel 100%, junto com outros amigos e profissinais: de mostrar que a leitura digital pode ajudar em muito na formação de novos leitores e na disseminação da leitura. Principalmente se unirmos leitura a um hábito já consolidado para a maioria das pessoas, [leia mais]

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1 ano vendo (e vendendo) Miragens nas livrarias

da Redação Autores, Ebooks, Mercado, Notícias, Opinião Deixe um comentário

E como bem lembrou o Facebook, há um ano, todos víamos Miragens nas livrarias virtuais do mundão de meu Deus. Eu fiz uma compilação das poesias que eu havia escrito entre os anos de 1996 e 2003. Dei uma arrumada para ficar com “cara” de livro. Do aprendizado anterior, o site já veio junto. Do aprendizado, também veio uma página no Facebook. Mesmo com todo o trabalho e esforço de divulgação ($), a Isabela sabe e consegue contar nas suas mãos os exemplares vendidos.

Números de Miragens

280 mil anúncios exibidos pelo Google
2700 cliques nos anúncios
2700 visitantes no site www.miragens.art.br
*** 10 cópias do livro vendidas ***

E aqui eu já agradeço aos heróis que compraram esse livro com o maior obrigado do mundo! Bem que o pessoal da Revolução Ebook me avisou: “Livro de poesia vende menos ainda”. Mas eu achei que era impossível. Como um livro consegue vender menos do que quase nada?

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Supremo chegará ao livro eletrônico com uma geração de atraso

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A advogada Fernanda Leal, professora da FGV Direito do Rio de Janeiro, retomou um assunto quase esquecido (e que já vimos muitos anos atrás, em 2011 e 2012): o atraso do Supremo Tribunal Federal para decidir sobre a tributação do livro eletrônico. Texto originalmente publicado no site Jota. Cada vez menos computadores têm um leitor de CDs. O próprio CD vem se tornando artigo cada vez mais raro – e dispensável. É nesse mundo que o Supremo ainda precisa decidir se livros gravados em CD-ROM estão abrangidos pela imunidade tributária prevista no artigo 150, VI, d, da Constituição. Ou seja, [leia mais]

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